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O Rotary na ONU

O Rotary na ONU Em 1943 a Europa estava quase toda destruída por causa da Segunda Guerra Mundial. Mesmo assim, prevendo o fim da guerra, Rotary Clubs de 21 países organizaram uma conferência em Londres com os Ministros da Educação dos países aliados para criar uma visão para reconstrução da educação, ciência e cultura.Dois anos depois, em abril de 1945, 49 Rotarianos foram à San Francisco para ajudar a redigir a Carta de Criação das Nações Unidas. O convite foi feito pelo Governo dos Estados Unidos, em reconhecimento aos projetos que os Rotarianos vinham realizando para o desenvolvimento da paz e boa vontade entre os povos. Com 7.000 Rotary Clubs em mais de 80 países, na época, o Rotary já era uma das maiores organizações não governamentais do mundo.O evento de Londres acabou sendo o precursor da UNESCO, fundada em 1946. E como resultado da participação do Rotary no encontro de San Francisco em 1945, foi decidido que além da manutenção da paz e segurança mundial, as causas que levam os povos à agressão e à guerra, como a pobreza, ignorância e o desrespeito aos direitos humanos, também deveriam ser abordadas pela ONU. Estas viriam a ser objeto do Conselho Econômico e Social (ou ECOSOC), um dos principais órgãos da ONU. Além disso, o Rotary conseguiu incluir um artigo na Carta de Criação das Nações Unidas, que permitia a participação das organizações não governamentais no Conselho.Destinado à promoção da cooperação econômica e social internacional, e do desenvolvimento dos países membros através das agências da ONU, o ECOSOC é formado por 54 membros eleitos pela Assembleia Geral da ONU. O Rotary participa do Conselho como membro consultivo com o grau “Status Consultivo Geral”, o mais alto conferido pela ONU para grandes organizações não governamentais internacionais. Com isso, o Rotary pode manifestar seus pontos de vista em conferências e reuniões, circular documentos, ou incluir itens na agenda, mas não possui direito a voto – prerrogativa exclusiva dos países membros. O Rotary possui uma sala na sede das Nações Unidas e 10 representantes no ECOSOC, além de representantes em diversas agências da ONU, como a OMS, UNESCO, FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), WPF (Programa Mundial de Alimentos) e Banco Mundial.A ONU acabou sendo criada em outubro de 1945, durante a primeira Assembleia Geral realizada em Londres, mas ela ainda não tinha uma sede permanente. O Rotary Club de Nova Iorque teve um papel essencial para trazer a ONU para aquela cidade, e desde então, o Rotary e as Nações Unidas têm sido parceiros próximos. Com a criação da ONU, o Rotary instituiu a semana de 24 de outubro como a Semana da ONU, para que Rotary Clubs do mundo inteiro promovessem a ONU como instrumento de busca da paz e resolução de conflitos. Quatro décadas após, em 1988, o Rotary, em parceria com as agências da ONU, a OMS e o UNICEF, lançava o programa de erradicação global da poliomielite. Com isso, o dia 24 de outubro foi escolhido pelo Rotary para celebrar o Dia Mundial da Pólio, em homenagem à Jonas Salk, cientista que descobriu a primeira vacina contra a pólio, nascido nesse mês. Assim, o Rotary passou a realizar o Dia do Rotary na ONU em novembro, esse ano será no dia 12. Nesta data, Rotarianos e dirigentes da ONU, e suas agências, passam o dia na sede das Nações Unidas discutindo os principais temas humanitários que unem as duas organizações em prol de um mundo melhor. O Rotary é a única ONG participante da ONU a ter esse privilégio.Saiba mais em: https://www.rotary.org/myrotary/pt/exchange-ideas/events/rotary-day-united-nationse http://riunday.org/Faça parte da história também. Junte-se a nós. Troque idéias. Entre em açãoVeja https://goo.gl/H2zULw

Mantenha seu Rotary Club e a Casa da Amizade em ordem com as obrigações

Mantenha seu Rotary Club e a Casa da Amizade em ordem com as obrigações   As ações voltadas a servir as comunidades, praticadas pelas associações e pelos Rotary Clubs, se consolidaram ao longo das últimas décadas no Brasil. Da mesma forma especializaram-se os governos - federal, estadual e municipal - em criar mecanismos e procedimentos de controle sobre instituições e organizações empresariais, associativas e organizações do terceiro setor, entre outras. Elas se veem obrigadas a prestar uma infinidade de informações junto aos poderes públicos estabelecidos. Leis diversas foram criadas visando também as associações, nas quais se inserem os Rotary Oubs e as Casas da Amizade. Leis que estabelecem até multas e outras penalidades quando do seu descumprimento. Em nossas andanças pelo distrito, eu e Denise, como casal governador 2010-2011 do distrito 4750, observamos alguns Rotary Clubs e Casas da Amizade desatentos a essas questões legais. O fato se dá muito menos por descaso e mais por desinformação mesmo, afinal, quem imagina que uma associação civil esteja submetida a tantas regras, controles e obrigações legais? Pois é, mas os Rotary Clubs e as Casas da Amizade estão submetidos, sim, a muitas obrigações! Aqui pretendo dar uma pequena colaboração, sem a intenção de esgotar o tema, dos cuidados que os dirigentes dos clubes devem ter com essas obrigações, as quais, se não atendidas, trarão sérios transtornos para o clube, com perdas financeiras inclusive.   OFICIALIZANDO Cumprir as leis do seu país é um princípio que norteia todos os cidadãos de bem. Cabe aos rotarianos e rotarianas prezar em pôr esse princípio, como preceitua o Rotary International em seu Código Normativo 2.070. Um Rotary C!ub é uma associação civil, cujas existência e forma jurídica estão contempladas pelo Código Civil Brasileiro (Lei 10.406/2002), nos quais os artigos 53 a 61 estabelecem normas de funcionamento, objetivos e responsabilidades. Caracterizado como personalidade jurídica, um Rotary Club está obrigado a registrar sua existência nas diversas instâncias de poder no Brasil, nas esferas municipal, estadual e federal. A primeira atitude de um Rotary Oub ao ser fundado será a de elaborar estatuto e regimento interno, atendendo as exigências do Rotary International e de seu público interno, os associados. A partir do estatuto e por meio dos registros necessários, o clube dará conhecimento à sociedade e aos poderes públicos da sua existência. Abaixo os documentos e as instâncias que devem ser observados: Estatuto em cartório próprio; Receita Federal do Brasil, para emissão do CNPJ e certificação digital; Secretaria Municipal de Fazenda, para retirada do alvará (observar legislação própria de cada município, para os casos de alvará e licenças no Corpo de Bombeiros); Ministério da Previdência Social, através da inscrição no INSS (centralizada na Receita Federal) Sistema FGTS, com inscrição na Caixa Econômica Federal (caso haja empregados); Ata de posse do Conselho Diretor no cartório próprio (anualmente, será registrada a ata de posse do novo Conselho Diretor. Depois, as informações serão levadas ao banco e à Receita Federal para atualização dos respectivos cadastros). Os registros acima são obrigatórios. O Rotary Club e a Casa da Amizade podem e devem pleitear junto aos órgãos municipais títulos de reconhecimento da entidade como de utilidade pública. Na manutenção de suas atividades, um Rotary Club tem ainda uma série de obrigações em razão da sua personalidade jurídica. Tais obrigações estão resumidamente elencadas abaixo: Sefip, Gefip e GPS - informações para o FGTS; Dirf, DCTF e Dacon - informações à Receita Federal; CNPJ e DIPJ - atualização de cadastro e informações à Receita Federal; Rais e Caged - atualização de cadastros para a Receita Federal e o Ministério do Trabalho e Emprego; PCMSO e PPRA - exigíveis para associações com empregados; Escrituração de Livro diário e caixa. Essas obrigações, conforme o caso, são mensais, semestrais ou anuais. Pode até haver desoneração de determinada obrigação, o que deve ser analisado por um contador. As obrigações acima são apenas uma pequena amostra, afinal, para os governos não há diferença entre uma Votorantim e uma associação sem fins lucrativos.   SOPA DE LETRAS CARA Esse arcabouço burocrático imposto nos penaliza, pois, as empresas são constituídas com o objetivo de lucro e por isso se estruturam para absorver os custos necessários para atender as legislações. Situação diferente ocorre com as associações civis, que se estruturam para prestar serviços às comunidades e poderiam ter, por parte dos governos, um tratamento mais adequado, com menos burocracia. Isso resultaria em menor custo para os Rotary Clubs, permitindo que os associados e associadas canalizassem energias para seus objetivos. Não que eu pense que as associações devam ficar livres de controles. Apenas penso que as obrigações poderiam ser mais razoáveis e menos onerosas. Mas, lamúrias à parte, e enquanto esse status quo se mantiver, cumpriremos as leis e nos submetermos a essa verdadeira sopa de siglas e abreviaturas. Afinal, o não cumprimento das leis trará consequências para o clube, como o cancelamento do CNPJ e a suspensão da conta corrente bancária. Outros prejuízos podem ocorrer, como cobrança de multas por parte dos órgãos públicos - multas estas que podem atingir valores absurdos. Tais perspectivas, além de desagradáveis, irão onerar as finanças do clube, desviando recursos que seriam melhor aplicados nos objetivos do Rotary. Portanto, companheiros e companheiras, fica aqui nossa sugestão de que o seu clube tenha sempre uma gestão atenta às obrigações. Sugiro ainda que se contrate um contador, para que este possa assessorá-los e ser responsável pelo cumprimento dessas obrigações. É comum encontrarmos contadores ou técnicos em contabilidade nos clubes. Peça-lhes que assumam essas responsabilidades. Se remunerados ou não, caberá a cada clube decidir, mas o contratar será o mais sensato, para que sua gestão futuramente seja avaliada como responsável, além de empreendedora e realizadora dos sonhos de fortalecer comunidades e unir continentes. Vamos tornar os Rotary Clubs um Rotary legal.   Marcos Oliveira Rosa Governador do distrito 4750, 2010-11, e associado ao Rotary Club de ltaboraí, RJ (D. 4750).

Lançamento do novo site do Distrito 4530

Lançamento do novo site do Distrito 4530 rotary4530.org.br Dia 31.10.2016, segunda-feira, às 12:30h, na Fundação de Rotarianos de Brasília (Sede do Cerrado) Durante a reunião do Rotary Club de Brasília Lago Norte, ocasião da visita oficial do governador Ataíde ao clube.

Policial Militar do DF recebe bolsa de mestrado integral em estabelecimento de ensino dos Estados Unidos

Policial Militar do DF recebe bolsa de mestrado integral em estabelecimento de ensino dos Estados Unidos A capitão Natália da Polícia Militar do Distrito Federal foi a única sul americana selecionada pela fundação Rotary Internacional no ano de 2015, para receber uma bolsa integral de estudos no programa de Mestrado e em Desenvolvimento de políticas públicas com concentração em paz e resolução de conflitos.Ela está na Carolina do Norte, Estados Unidos, no Centro Duke Universityn de Desenvolvimento Internacional, Escola Stanford de Políticas Públicas.O esforço da capitão foi recompensado e, segundo ela, isso é o resultado do reconhecimento da complexidade e da importância do trabalho da PMDF em prol da ordem pública.  O Mestrado Internacional em Desenvolvimento de Políticas Publicas – MIDP, é um programa de graduação inter-disciplinar onde os alunos planejam seus estudos de acordo com seus interesses pessoais e profissionais. Alunos participantes do Programa desenvolvido pelo Fundação Rotary pela Paz focam em Paz e Resolução de Conflitos, devendo seguir um currículo especificamente traçado para desenvolvimento de lideranças nas áreas em foco. Fonte: http://www.pm.df.gov.br/site/index.php/2011-08-07-02-53-55/12783-policial-militar-do-df-recebe-bolsa-de-mestrado-integral-em-estabelecimento-de-ensino-dos-estados-unidos Saiba mais em: https://www.rotary.org/pt/get-involved/exchange-ideas/peace-fellowships

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