Todas as Publicações do Distrito

O DNA do Rotariano

O DNA DO ROTARIANO * Gercy Camelo   Como sabemos, o DNA é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas com as informações necessárias para o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos, como o homem e a mulher. No DNA estão os detalhes da vida como cor dos olhos, estrutura óssea, vocação e muito mais. Creio, no entanto, que todo rotariano também tem um DNA próprio, não um composto orgânico, mas vocacional, com princípios simples e fundamentais para a nobre missão de servir.   Afinal, o que forma um rotariano? É acreditar no Rotary, que nos dá a oportunidade de servir e ser útil a sociedade. Acreditar no Rotary, sinaliza que estamos convertidos aos seus objetivos e comprometidos com a sua causa. Com este sentimento, o rotariano se sente motivado, disposto a contribuir e, consequentemente, interessado no fortalecimento e crescimento do Rotary International.    A preparação também faz parte desta instrução, tendo em vista que aquele que realmente vive Rotary, conhece a organização, defende os seus princípios e cumpre fielmente com os seus compromissos rotários. Ao rotariano compromissado, não cabe perda de tempo, nem vãs discussões, mas cumprir a missão de mensageiro da paz, através do servir.   Podemos ainda dizer que cada rotariano luta pelo próximo, procura conhecer bem o Rotary, vive uma vida de integridade total, vive em família, em comunhão com Deus e união com os companheiros, sendo um exemplo e uma luz para o mundo. Além do mais, se identifica como rotariano, fala da organização que pertence e convida pessoas, íntegras, não rotarianas, para fazerem parte do Rotary International.   É impossível pensar na vida rotária como algo separado, mas como um todo e unidos pela mesma causa. Esta nossa marca, este nosso DNA é visto pelos homens, reconhecido pela sociedade e abençoado por Deus. Fonte: Email de Jordivar Filgueira

Cuide do Meio Ambientes

CUIDE DO MEIO AMBIENTE * Gercy Camelo   Na tarde deste domingo, 03 de setembro de 2016, assisti um documentário na Globo News, muito bem produzido, sobre as condições da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Foi muito importante para os meus pacos conhecimentos sobre a matéria, porque pude ver o processo de degradação ambiental que o homem está impondo àquele cartão postal da cidade do Rio de Janeiro. Por outro lado, me causou tristeza e revolta pelo descaso que as autoridades e a sociedade vêm tendo com aquela bacia natural e como o meio ambiente, de um modo geral. A Baía de Guanabara está morta, nem o advento das olimpíadas foi o suficiente para mudar a sua realidade. A água está totalmente poluída, contaminada e praticamente imprópria para a sobrevivência dos seres vivos. As famílias que viviam da pesca naquela localidade, estão totalmente abandonadas e sem condições de se manterem. Os milhões de reais que foram gastos na despoluição da Baía e de suas margens, por falta de manutenção do poder público, foi tudo para o lixo. As empresas, as embarcações e a própria sociedade, se encarregaram de depositar todo tipo de detritos, dentro e fora da lagoa, numa demonstração de total falta de consciência ambiental, de respeito a natureza e de despreocupação com a saúde da população. A reportagem mostrou o que acontece na Baía de Guanabara, que guardadas as proporções, não é muito diferente do que acontece no resto do País. Alertas como esse do documentário da globo news, estudiosos e defensores do meio ambiente e dos recursos hídricos, sempre fizeram pelo Brasil a fora, sem no entanto, receberem a tenção devida das autoridades e da população brasileira.   Relatei o que vi no documentário da globo news, de forma simples, própria de alguém não domina o assunto, mas que se preocupa com a preservação do meio ambiente e condena qualquer tipo de ataque a natureza. No nordeste do Brasil, por exemplo, de onde vim, a vegetação natural já foi quase toda destruída, por absoluta falta de orientação e mau uso do solo, causando destruição e forte impacto ambiental. Nessa região do país, muitos rios e riachos já secaram e desapareceram, muitas áreas já se assemelham o deserto. Para tristeza de todos, até o Rio São Francisco, considerado de integração nacional, se não tomarem providências urgentes, corre o sério risco de secar, como já ocorreu com uma de suas nascentes e muitas outras na região. Esse é o quadro que se apresenta em todo o território brasileiro, sem que medidas efetivas sejam tomadas, como se esta geração não tivesse nenhum compromisso com a vida e com as gerações futuras. Olhem, o pulmão verde do mundo está no Brasil, na amazônia, que também tem sido criminosamente invadido pela ganância e irresponsabilidade do homem. Aliás, tudo que está acontecendo de ruim na área ambiental, nunca foi e nem é novidade para ninguém. A mídia e os ambientalistas vivem alertando a sociedade e os governantes sobre este problema. Mas, infelizmente, todos se fazem de surdos, de indiferentes, e os problemas se agravam por todo o País. Penso até que, assim como a sociedade gritou por mudanças na prática política do Brasil, e surtiu efeitos, está na hora dessa mesma população, ocupar as ruas e exigir respeito à natureza, preservação da fauna, da flora e dos recursos hídricos do País.   Estou falando desse importante tema, de forma simples e teórica, por absoluta falta de conhecimento técnico do assunto, a partir da reportagem da globo news, a nível nacional, para chamar atenção das autoridades e do povo goiano para a realidade dessa matéria no estado, que não é nada diferente do que acontece no resto do País. Em Goiás, os rios e riachos também estão secando e dando lugar a formação de lavouras e pastagens, sem muita preocupação com o cuidado com a terra e suas possíveis consequências ambientais. Sei que tudo isso faz parte do desenvolvimento do estado e da necessidade de sua população, disso ninguém tem dúvida. A dúvida que todos têm, é se não é possível conjugar os verbos desenvolver e preservar, no mesmo tempo, no interesse da população.  Até porque, se não houver esse cuidado, a população de hoje será taxada de egoísta e de preparar a sepultura para os que vierem depois. Goiânia, capital do estado, já foi uma das cidades mais verdes e com melhor qualidade de vida do país e do mundo. Esse título não sei se ainda tem, se olharmos como está sendo tratado o meio ambiente aqui, tudo indica que não, perdeu muito de qualidade, graças ao descaso das autoridades e a irresponsabilidade da população. Mas, de que adianta chorar o leite derramado, o que não foi feito, não está por fazer, o certo é esquecer o passado, trabalhar o presente e mirar no futuro. No próximo mês de outubro, deste ano de 2016, vai ter eleições para eleger vereadores e prefeitos municipais. É o momento oportuno para se conhecer as propostas dos candidatos para a área ambiental, em Goiânia e nas demais cidades do Estado. Fala-se tanto da poluição no Rio Tietê, em São Paulo; da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro; e às vezes se esquece do Rio Meia Ponte, em Goiânia e de tantos outros estados a fora, que se encontram nas mesmas ou em piores condições. Ainda há tempo para se corrigir os erros, recuperar o que foi destruído e proteger o que ainda resta, em Goiânia e em Goiás. Esta é também uma bandeira do Rotary International, vamos continuar trabalhando na preservação do planeta terra.   Fonte: Email de Jordivar Filgueira

Oficina de Trabalho Fundação Rotária, Imagem Pública, Desenvolvimento do Quadro Associativo e Menção Presidencial

Oficina de Trabalho Fundação Rotária, Imagem Pública, Desenvolvimento do Quadro Associativo e Menção Presidencial Para os Clubes de Brasília Setor de Indústria, Cristalina, Gama, Gama 12 de Outubro, Guará, Guará Águas Claras, Luziânia, Núcleo Bandeirante, Novo Gama, Park Way Águas Claras, Valparaíso de Goiás Sul 26 de Novembro de 2016 - 08:30h Local: Quadra 01, Lote 160, Edifício Renascença (Prédio do BRB), Setor Industrial, Gama, DF Mapa:

Rotary Leader: ajudando líderes de clubes e distritos a se destacar em suas funções, Novembro 2016.

Rotary Leader: ajudando líderes de clubes e distritos a se destacar em suas funções, Novembro 2016. Veja aqui o boletim Rotary Leader Esta publicação multimídia on-line traz links e informações práticas que podem ajudar dirigentes de clube e distrito a vencerem os desafios que encontram em seu cotidiano. O Rotary Leader aborda tópicos como desenvolvimento do quadro associativo, administração de clube e distrito, e melhores práticas para projetos eficazes. Além disso, fornece links para recursos úteis e lembretes de prazos importantes. Publicado bimestralmente, o Rotary Leader é distribuído a todos os dirigentes atuais e eleitos de clubes e distritos, e também a outros rotarianos. A assinatura é gratuita. Para fazer sua assinatura, clique aqui e insira seu e-mail na caixa "Assinar", no lado esquerdo da página. Se preferir, você também pode baixar o arquivo no formato PDF

É Hora de Ação

É HORA DE AÇÃO * Gercy Camelo   Após participar do Instituto Rotary do Brasil, de 25 a 27 de agosto de 2016, na cidade de Recife-PE, cheguei a conclusão que o crescimento e o fortalecimento do Rotary, dependem apenas do convertimento e do comprometimento do rotariano. E para que isso aconteça, é necessário que o rotariano conheça, aceite e se comprometa com as causas da organização. As destacadas lideranças do Rotary tem se esforçado muito para manter o rotariano bem informado sobre tudo que envolve o Rotary International. O companheiro que vive Rotary, diariamente, tem plena consciência que o sentimento sublime do servir, nunca se afastará daquele que pratica o rotarismo. O trabalho voluntário, em equipe, como faz o rotariano, promove entrosamento e motivação para a eficiência na prestação de serviços à comunidade. O rotariano de verdade, aquele que não participa de panelinha no clube, que não se julga dono do clube e nem se considera melhor do que os outros, está sendo considerado peça rara nos clubes de serviços.    Chegou a hora de o líder incentivar o rotariano para arregaçar as mangas e lutar para eliminar os óbices que dificultam o crescimento e o fortalecimento do Rotary. Chega de procurar as causas desse problema, todo mundo nos clubes já as conhece. A questão não é saber o que fazer, quando fazer e quem fazer, o que falta é o rotariano querer fazer. O grande desafio é romper a falta de interesse e estimular o comprometimento do rotariano com a causa rotária. Eliminando isso, o quadro associativo cresce, a evasão diminui e o clube torna-se forte e produtivo. A maior dificuldade é que poucos agem assim. Para transpor esses obstáculos e fazer o Rotary crescer, o rotariano precisa aprimorar a sua prática rotária, fazer reuniões atrativas, evitar discórdias no grupo, escolher dirigentes preparados e envolver as famílias nas ações do clube. Portanto, o segredo para o crescimento do clube, não é aprender o que fazer e nem é perguntar quem vai fazer, isso todos têm conhecimento. A mágica já está descoberta: é só conjugar o verbo FAZER na primeira pessoa e comemorar os resultados.   O Rotary é uma organização humanitária maravilhosa. Nos seus 111 anos de existência já ajudou milhões de pessoas carentes no mundo. Basta lembrar o projeto contra a poliomielite, lançado à mais de duas décadas, com o objetivo de erradicar o vírus da pólio, que tanto mal já fez e ainda faz às crianças de todo o mundo. O Rotary já gastou milhões de dólares nesse projeto e falta muito pouco para erradicar esse mal da face da terra. Graças ao trabalho do Rotary, o vírus da pólio está quase no fim, restando apenas dois países para eliminá-lo, o Paquistão, o Afeganistão. A proposta do Rotary International, da OMS, UNICEF e outros, é erradicar a pólio da face da terra até 2018. Vale dizer também que esse é um dos milhões de projetos que o Rotary desenvolve em mais de duzentos países do planeta terra. A proposta do Rotary e parceiros é liquidar essa doença o mais rápido possível. Para tanto, o Rotary conta com a disposição, o trabalho e o comprometimento dos rotarianos e rotarianas. A hora é agora, vamos à luta.   Fonte: Jordivar Filgueira

Localizar site dos clubes