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Mantenha seu Rotary Club e a Casa da Amizade em ordem com as obrigações

Mantenha seu Rotary Club e a Casa da Amizade em ordem com as obrigações   As ações voltadas a servir as comunidades, praticadas pelas associações e pelos Rotary Clubs, se consolidaram ao longo das últimas décadas no Brasil. Da mesma forma especializaram-se os governos - federal, estadual e municipal - em criar mecanismos e procedimentos de controle sobre instituições e organizações empresariais, associativas e organizações do terceiro setor, entre outras. Elas se veem obrigadas a prestar uma infinidade de informações junto aos poderes públicos estabelecidos. Leis diversas foram criadas visando também as associações, nas quais se inserem os Rotary Oubs e as Casas da Amizade. Leis que estabelecem até multas e outras penalidades quando do seu descumprimento. Em nossas andanças pelo distrito, eu e Denise, como casal governador 2010-2011 do distrito 4750, observamos alguns Rotary Clubs e Casas da Amizade desatentos a essas questões legais. O fato se dá muito menos por descaso e mais por desinformação mesmo, afinal, quem imagina que uma associação civil esteja submetida a tantas regras, controles e obrigações legais? Pois é, mas os Rotary Clubs e as Casas da Amizade estão submetidos, sim, a muitas obrigações! Aqui pretendo dar uma pequena colaboração, sem a intenção de esgotar o tema, dos cuidados que os dirigentes dos clubes devem ter com essas obrigações, as quais, se não atendidas, trarão sérios transtornos para o clube, com perdas financeiras inclusive.   OFICIALIZANDO Cumprir as leis do seu país é um princípio que norteia todos os cidadãos de bem. Cabe aos rotarianos e rotarianas prezar em pôr esse princípio, como preceitua o Rotary International em seu Código Normativo 2.070. Um Rotary C!ub é uma associação civil, cujas existência e forma jurídica estão contempladas pelo Código Civil Brasileiro (Lei 10.406/2002), nos quais os artigos 53 a 61 estabelecem normas de funcionamento, objetivos e responsabilidades. Caracterizado como personalidade jurídica, um Rotary Club está obrigado a registrar sua existência nas diversas instâncias de poder no Brasil, nas esferas municipal, estadual e federal. A primeira atitude de um Rotary Oub ao ser fundado será a de elaborar estatuto e regimento interno, atendendo as exigências do Rotary International e de seu público interno, os associados. A partir do estatuto e por meio dos registros necessários, o clube dará conhecimento à sociedade e aos poderes públicos da sua existência. Abaixo os documentos e as instâncias que devem ser observados: Estatuto em cartório próprio; Receita Federal do Brasil, para emissão do CNPJ e certificação digital; Secretaria Municipal de Fazenda, para retirada do alvará (observar legislação própria de cada município, para os casos de alvará e licenças no Corpo de Bombeiros); Ministério da Previdência Social, através da inscrição no INSS (centralizada na Receita Federal) Sistema FGTS, com inscrição na Caixa Econômica Federal (caso haja empregados); Ata de posse do Conselho Diretor no cartório próprio (anualmente, será registrada a ata de posse do novo Conselho Diretor. Depois, as informações serão levadas ao banco e à Receita Federal para atualização dos respectivos cadastros). Os registros acima são obrigatórios. O Rotary Club e a Casa da Amizade podem e devem pleitear junto aos órgãos municipais títulos de reconhecimento da entidade como de utilidade pública. Na manutenção de suas atividades, um Rotary Club tem ainda uma série de obrigações em razão da sua personalidade jurídica. Tais obrigações estão resumidamente elencadas abaixo: Sefip, Gefip e GPS - informações para o FGTS; Dirf, DCTF e Dacon - informações à Receita Federal; CNPJ e DIPJ - atualização de cadastro e informações à Receita Federal; Rais e Caged - atualização de cadastros para a Receita Federal e o Ministério do Trabalho e Emprego; PCMSO e PPRA - exigíveis para associações com empregados; Escrituração de Livro diário e caixa. Essas obrigações, conforme o caso, são mensais, semestrais ou anuais. Pode até haver desoneração de determinada obrigação, o que deve ser analisado por um contador. As obrigações acima são apenas uma pequena amostra, afinal, para os governos não há diferença entre uma Votorantim e uma associação sem fins lucrativos.   SOPA DE LETRAS CARA Esse arcabouço burocrático imposto nos penaliza, pois, as empresas são constituídas com o objetivo de lucro e por isso se estruturam para absorver os custos necessários para atender as legislações. Situação diferente ocorre com as associações civis, que se estruturam para prestar serviços às comunidades e poderiam ter, por parte dos governos, um tratamento mais adequado, com menos burocracia. Isso resultaria em menor custo para os Rotary Clubs, permitindo que os associados e associadas canalizassem energias para seus objetivos. Não que eu pense que as associações devam ficar livres de controles. Apenas penso que as obrigações poderiam ser mais razoáveis e menos onerosas. Mas, lamúrias à parte, e enquanto esse status quo se mantiver, cumpriremos as leis e nos submetermos a essa verdadeira sopa de siglas e abreviaturas. Afinal, o não cumprimento das leis trará consequências para o clube, como o cancelamento do CNPJ e a suspensão da conta corrente bancária. Outros prejuízos podem ocorrer, como cobrança de multas por parte dos órgãos públicos - multas estas que podem atingir valores absurdos. Tais perspectivas, além de desagradáveis, irão onerar as finanças do clube, desviando recursos que seriam melhor aplicados nos objetivos do Rotary. Portanto, companheiros e companheiras, fica aqui nossa sugestão de que o seu clube tenha sempre uma gestão atenta às obrigações. Sugiro ainda que se contrate um contador, para que este possa assessorá-los e ser responsável pelo cumprimento dessas obrigações. É comum encontrarmos contadores ou técnicos em contabilidade nos clubes. Peça-lhes que assumam essas responsabilidades. Se remunerados ou não, caberá a cada clube decidir, mas o contratar será o mais sensato, para que sua gestão futuramente seja avaliada como responsável, além de empreendedora e realizadora dos sonhos de fortalecer comunidades e unir continentes. Vamos tornar os Rotary Clubs um Rotary legal.   Marcos Oliveira Rosa Governador do distrito 4750, 2010-11, e associado ao Rotary Club de ltaboraí, RJ (D. 4750).

Lançamento do novo site do Distrito 4530

Lançamento do novo site do Distrito 4530 rotary4530.org.br Dia 31.10.2016, segunda-feira, às 12:30h, na Fundação de Rotarianos de Brasília (Sede do Cerrado) Durante a reunião do Rotary Club de Brasília Lago Norte, ocasião da visita oficial do governador Ataíde ao clube.

Policial Militar do DF recebe bolsa de mestrado integral em estabelecimento de ensino dos Estados Unidos

Policial Militar do DF recebe bolsa de mestrado integral em estabelecimento de ensino dos Estados Unidos A capitão Natália da Polícia Militar do Distrito Federal foi a única sul americana selecionada pela fundação Rotary Internacional no ano de 2015, para receber uma bolsa integral de estudos no programa de Mestrado e em Desenvolvimento de políticas públicas com concentração em paz e resolução de conflitos.Ela está na Carolina do Norte, Estados Unidos, no Centro Duke Universityn de Desenvolvimento Internacional, Escola Stanford de Políticas Públicas.O esforço da capitão foi recompensado e, segundo ela, isso é o resultado do reconhecimento da complexidade e da importância do trabalho da PMDF em prol da ordem pública.  O Mestrado Internacional em Desenvolvimento de Políticas Publicas – MIDP, é um programa de graduação inter-disciplinar onde os alunos planejam seus estudos de acordo com seus interesses pessoais e profissionais. Alunos participantes do Programa desenvolvido pelo Fundação Rotary pela Paz focam em Paz e Resolução de Conflitos, devendo seguir um currículo especificamente traçado para desenvolvimento de lideranças nas áreas em foco. Fonte: http://www.pm.df.gov.br/site/index.php/2011-08-07-02-53-55/12783-policial-militar-do-df-recebe-bolsa-de-mestrado-integral-em-estabelecimento-de-ensino-dos-estados-unidos Saiba mais em: https://www.rotary.org/pt/get-involved/exchange-ideas/peace-fellowships

Oficina de Trabalho Fundação Rotária, Imagem Pública, Desenvolvimento do Quadro Associativo e Menção Presidencial

Oficina de Trabalho Fundação Rotária, Imagem Pública, Desenvolvimento do Quadro Associativo e Menção Presidencial Para os Clubes de Goiânia Anhanguera, Goiânia Serra Dourada, Goiânia Campinas, Goiânia União Campineira, Goiânia 24 de Outubro, Goiânia Aeroporto e Trindade. 06 de Novembro de 2016 Local: Câmara Municipal de Goiânia - Auditório Carlos Eurico Mapa:

Governador Distrital 2010-2011, Daltono Umberto de Souza, faz uma palestra sobre Poliomielite e Pólio Plus, no Rotary Club Taguatinga Ave Branca

 Prioridade do Rotary International Nós rotarianos nos dedicamos especialmente a erradicar a pólio no mundo. Os associados do Rotary vêm trabalhando nessa iniciativa desde 1979 e já conseguiram erradicar a doença na maioria dos países (a pólio é endêmica em apenas três países). A meta é erradicar a doença até 2018. Erradicação da Pólio Poliomielite – “Paralisia infantil”- é uma doença viral que pode causar paralisia e algumas vezes a morte, está perto de se tomar apenas a segunda doença a ser erradicada do mundo depois da varíola. Pólio muitas vezes se espalha entre as populações densas em meio à falta de saneamento, e ocorre com mais frequência no verão. Crianças menores de cinco anos são as mais vulneráveis. A Iniciativa Global para Erradicação da Pólio levou a uma redução de 99% dos casos de pólio nas duas últimas décadas: de cerca de 350.000 casos em 1988 para menos de 1.500 em 2010, 74 casos em 2015 e 27 casos em 2016 até o dia 12 de outubro. Vacinas aperfeiçoadas e programas de vacinação conduzidos, inclusive por Rotary International através de rotarianos de todo o mundo, têm estimulado esse declínio. Hoje, a poliomielite é endêmica em apenas três países: Nigéria, Paquistão e Afeganistão. Esses dados refletem, de forma importante, o progresso mundial direcionado para cumprir essa meta de saúde pública, especialmente no último ano, embora reforcem a necessidade de manter esforço contínuos até a erradicação completa da doença. O resultado é em grande parte devido ao esforços e contribuições da Iniciativa Global para Erradicação da Pólio, que foi criada em 1988. Liderada pelo Rotary International, a OMS, UNICEF, o CDC (Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos e outros parceiros como a Fundação Bill & Melinda Gates. Já se conseguiram doações de quase US$ l0 bilhões de dólares para a erradicação e realizaram-se imunizações de 2,5 bilhões de crianças desde o seu início. No entanto, o impulso para a erradicação não foi sem obstáculos. Apesar do trabalho de imunização em todo o mundo, muitas crianças nos países endêmicos ainda não foram vacinadas, possibilitando que o vírus da poliomielite se espalhe. Temos de continuar a exercer pressão sobre a doença. Quanto mais esperarmos, maiores são as chances de um surto que venha a enfraquecer os esforços de erradicação. Enquanto novos recursos são necessários para financiar a totalidade do programa de erradicação, esses recursos são quase nada perto dos US$ 50 bilhões de dólares que o mundo economizaria caso a pálio seja erradicada. Situação do Brasil Em 1994, o Brasil recebeu da Opas (Organização Pan-americana da Saúde) o Certificado da Erradicação da Transmissão Autóctone do Poliovírus Selvagem, juntamente com os demais países do continente americano. O último caso da doença registrado no Brasil foi em 1990. O resultado foi possível devido à estratégia de vacinação adotada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), que teve início em 1980 e contou com inestimável ajuda do Rotary International. Também no Brasil deve-se continuar vacinando a população infantil porque precisa haver responsabilidade, uma vez que o vírus ainda circula em alguns países. Desta forma, todos devem estar comprometidos para quem em 2018 possamos começar a contar uma nova história sobre a erradicação da pólio no mundo.   Guia para eliminar a pólio até 2018: https://www.rotary.org/myrotary/pt/document/global-outlook-rotarians-guide-race-end-polio

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